Quando se consumou a independência do Brasil: em 1822, quando foi proclamada, ou em 1808, com a chegada da corte ao Rio de Janeiro? Como se pode explicar que o Brasil tenha nascido como uma monarquia constitucional no meio das recém-proclamadas repúblicas hispano-americanas? De que forma, nos planos político, ritual e simbólico, a legitimidade dinástica se combinou com o novo estatuto atribuído à nação nos dois lados do Atlântico? Qual o papel da imprensa e do publicismo nos anos de rutura? De que forma o liberalismo político pôde coexistir com a escravatura? Por que razão as diferentes capitanias do Brasil não se fragmentaram no processo de independência, como aconteceu nos territórios hispânicos vizinhos?
1822. Das Américas Portuguesas ao Brasil
1822. Das Américas Portuguesas ao Brasil
| Autor | Nuno Gonçalo Monteiro (coord.), Roberta Stumpf (coord.) |
|---|---|
| Portada | Ver portada |
| Editorial | Casa das Letras |
| ISBN | 9789896614782 |
| Edición | 1ª (2022) |
| Idioma de publicación | Portugués |
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